Top

estragaum:

Temos um vencedor. O melhor #Estragaum de todos os tempos.  Quem se importa com o Hugh Jackman? Dá um blur na cara dele, assim você pode dizer que é qualquer pessoa!

Madonna: I hate Lady Gaga. That bitch. She's reductive.
Lady Gaga: I love Madonna. She's a true icon in music.
Grace Jones: I hate Lady Gaga. She's fucking copying me!
Lady Gaga: I love Grace. Her music means the entire world to me.
Christina Aguilera: Lady who? The newbie? Ask me about something relevant!
Lady Gaga: I love Christina. She's a centerpiece of 90s iconography.
Interviewer: How do you feel about hate from other celebrities?
Lady Gaga: I'm not sure. We should probably ask my friends Marilyn Manson, David Bowie, Oprah, Britney Spears, Beyoncé, Tony Bennett, Elton John, Sting, Bruce Springsteen, Cher, Stevie Wonder, Cyndi Lauper, and even the dead fucking Michael Jackson. Here, use my oujia board. Let's ask him about how he wanted me to open for his tour.
trendcoffee:

Revista Galileu e os blogs de moda
O ridículo retrato dos blogs de moda e o massacre do bom tom
por Gregory Martins
A Revista Galileu liberou em seu site a matéria ‘Há algo de podre no reino dos blogs de moda e beleza’ onde discute publicidade em blogs de moda brasileiros. A matéria de Luciana Galastri comenta que a publicidade disfarçada nos blogs de moda reduz a credibilidade dos mesmos e procura apoio legal para discorrer sobre o fato. Na matéria, segundo Maíra Feltrin, assistente técnica do PROCON-SP, ‘É contra a lei não identificar o publipost. Toda mensagem publicitária precisa ser identificada como tal. Está no código do consumidor’. Obviamente, ela está correta e deixa claro que a marca poderá ser processada caso existam clientes/leitores que se sentam lesados.
Se formos falar de aspectos legais sobre funções no país, posso citar o manifesto do Wladimir Machado. Ele desenvolve sua tese de mestrado sobre o mesmo tema da matéria, já foi colaborador do TrendCoffee e sempre conversamos sobre o assunto. O caso é que o Wladimir publicou nesta madrugada em sua página no Facebook um manifesto sobre a matéria, onde alega ter sido consultado pela jornalista e não creditado:

Semanas atrás fui procurado pela jornalista Luciana Galastri, da Revista Galileu, da Editora Globo, que fez uma entrevista comigo a respeito da publicidade nos blogs de moda. Para quem não sabe, esse é o objeto da minha pesquisa de mestrado. Entretanto, as declarações dadas, cujo conteúdo é parte da minha pesquisa, serviram de orientação para que a jornalista escrevesse a matéria e explorasse o tema SEM SEQUER SE DAR AO TRABALHO DE MENCIONAR MEU NOME. 
O roteiro da matéria pode ser facilmente justaposto e relacionado com as minhas respostas, o que está obviamente registrado nos emails que trocamos. Aliás, o contato foi muito gentil até que eu forneci material a ela. Depois disso nem um “obrigado” eu recebi. 
Não pretendo exigir judicialmente qualquer reparo, NÃO GOSTEI DA MATÉRIA, pois achei sensacionalista, mas escrevo essa manifestação apenas para dizer, a respeito dessa profissional e sua falta de idoneidade e ética, que o meu tempo e meu trabalho valem tanto quanto o seu e o da organização Globo. 
Apesar de estar revoltado com o ocorrido, tranquiliza-me que meu trabalho está sendo desenvolvido da melhor forma possível, sem precisar sugar tempo, energia e ideias de ninguém. Como o título sugere, há algo de pode no reino dessa moça também.

Outro tema abordado são os jabás, assunto conhecido entre conversas de blogueiros por aí. O jabá é um brinde dado por uma marca como incentivo ao blogueiro para falar sobre o produto, campanha ou marca. Resumidamente, o jabá é uma forma barata da marca comprar um publipost ‘pagando’ 1/10 do valor do blog. Para entender o jabá, é preciso entender de realidade. Se um blogueiro fala sobre uma marca que não responde seu e-mail, não dá acesso ao simples release de uma coleção, entre outros poréns, quando este mesmo recebe um presente há o encantamento. Você acaba sendo tão ignorado que quando alguém te agrada, você sente a necessidade de agradar em retorno. Isso não é algo restrito a blogueiros de moda irresponsáveis e carentes. Basta seguir o Instagram de diversos editores de moda do país, jornalistas sérios com carreira sólida no mercado, e acompanhar o número de presentes recebidos e publicados nos mais diversos canais de rede social. O jabá é uma opção das marcas, a publicação é uma opção do blogueiro. Não se trata de publicidade disfarçada, afinal não é recebido nada além de um brinde.
Por fim, ainda me questiono o motivo pelo qual há esse sufocamento dos blogs de moda no país por parte de um segmento da mídia tradicional. Eu, como consumidor, não acho certo receber uma revista em que 25% do conteúdo que eu paguei é de páginas de anúncio. Mas não é minha função, enquanto blogueiro, criar um repúdio ao veículo. Acredito que cada um deve realizar a sua função proposta. Eu crio posts e você cria matérias com ética, afinal é o básico. E volto a afirmar:
Os blogs de moda brasileiros precisam criar uma postura, uma forma de organização concreta. Dinheiro o setor tem, falta maturidade.
UPDATE
Conversando com a Tamy, responsável pelo movimento #MelissaFail comentado na matéria da Galileu, ela diz:

Estou exausta de ser usada como exemplo (#melissafail) em publicações que tentam desmoralizar o meio. Aliás, para mim, essa desmoralização forçada tem nome: medo. Eles distorceram completamente minha proposta que foi mostrar a diferença entre números e engajamento, mostrar a força que os blogs tem e como o consumidor não é bobo.

trendcoffee:

Revista Galileu e os blogs de moda

O ridículo retrato dos blogs de moda e o massacre do bom tom

por Gregory Martins

A Revista Galileu liberou em seu site a matéria ‘Há algo de podre no reino dos blogs de moda e beleza’ onde discute publicidade em blogs de moda brasileiros. A matéria de Luciana Galastri comenta que a publicidade disfarçada nos blogs de moda reduz a credibilidade dos mesmos e procura apoio legal para discorrer sobre o fato. Na matéria, segundo Maíra Feltrin, assistente técnica do PROCON-SP, ‘É contra a lei não identificar o publipost. Toda mensagem publicitária precisa ser identificada como tal. Está no código do consumidor’. Obviamente, ela está correta e deixa claro que a marca poderá ser processada caso existam clientes/leitores que se sentam lesados.

Se formos falar de aspectos legais sobre funções no país, posso citar o manifesto do Wladimir Machado. Ele desenvolve sua tese de mestrado sobre o mesmo tema da matéria, já foi colaborador do TrendCoffee e sempre conversamos sobre o assunto. O caso é que o Wladimir publicou nesta madrugada em sua página no Facebook um manifesto sobre a matéria, onde alega ter sido consultado pela jornalista e não creditado:

Semanas atrás fui procurado pela jornalista Luciana Galastri, da Revista Galileu, da Editora Globo, que fez uma entrevista comigo a respeito da publicidade nos blogs de moda. Para quem não sabe, esse é o objeto da minha pesquisa de mestrado. Entretanto, as declarações dadas, cujo conteúdo é parte da minha pesquisa, serviram de orientação para que a jornalista escrevesse a matéria e explorasse o tema SEM SEQUER SE DAR AO TRABALHO DE MENCIONAR MEU NOME. 

O roteiro da matéria pode ser facilmente justaposto e relacionado com as minhas respostas, o que está obviamente registrado nos emails que trocamos. Aliás, o contato foi muito gentil até que eu forneci material a ela. Depois disso nem um “obrigado” eu recebi. 

Não pretendo exigir judicialmente qualquer reparo, NÃO GOSTEI DA MATÉRIA, pois achei sensacionalista, mas escrevo essa manifestação apenas para dizer, a respeito dessa profissional e sua falta de idoneidade e ética, que o meu tempo e meu trabalho valem tanto quanto o seu e o da organização Globo. 

Apesar de estar revoltado com o ocorrido, tranquiliza-me que meu trabalho está sendo desenvolvido da melhor forma possível, sem precisar sugar tempo, energia e ideias de ninguém. Como o título sugere, há algo de pode no reino dessa moça também.

Outro tema abordado são os jabás, assunto conhecido entre conversas de blogueiros por aí. O jabá é um brinde dado por uma marca como incentivo ao blogueiro para falar sobre o produto, campanha ou marca. Resumidamente, o jabá é uma forma barata da marca comprar um publipost ‘pagando’ 1/10 do valor do blog. Para entender o jabá, é preciso entender de realidade. Se um blogueiro fala sobre uma marca que não responde seu e-mail, não dá acesso ao simples release de uma coleção, entre outros poréns, quando este mesmo recebe um presente há o encantamento. Você acaba sendo tão ignorado que quando alguém te agrada, você sente a necessidade de agradar em retorno. Isso não é algo restrito a blogueiros de moda irresponsáveis e carentes. Basta seguir o Instagram de diversos editores de moda do país, jornalistas sérios com carreira sólida no mercado, e acompanhar o número de presentes recebidos e publicados nos mais diversos canais de rede social. O jabá é uma opção das marcas, a publicação é uma opção do blogueiro. Não se trata de publicidade disfarçada, afinal não é recebido nada além de um brinde.

Por fim, ainda me questiono o motivo pelo qual há esse sufocamento dos blogs de moda no país por parte de um segmento da mídia tradicional. Eu, como consumidor, não acho certo receber uma revista em que 25% do conteúdo que eu paguei é de páginas de anúncio. Mas não é minha função, enquanto blogueiro, criar um repúdio ao veículo. Acredito que cada um deve realizar a sua função proposta. Eu crio posts e você cria matérias com ética, afinal é o básico. E volto a afirmar:

Os blogs de moda brasileiros precisam criar uma postura, uma forma de organização concreta. Dinheiro o setor tem, falta maturidade.

UPDATE

Conversando com a Tamy, responsável pelo movimento #MelissaFail comentado na matéria da Galileu, ela diz:

Estou exausta de ser usada como exemplo (#melissafail) em publicações que tentam desmoralizar o meio. Aliás, para mim, essa desmoralização forçada tem nome: medo. Eles distorceram completamente minha proposta que foi mostrar a diferença entre números e engajamento, mostrar a força que os blogs tem e como o consumidor não é bobo.

stickppl:

George Chamoun from Sweden decided to use movie icons from two different eras to create the following images.


That’s all!

That’s all!

TO FALANDO COM UM MACKENZISTA

comomesintonapucquando:

family guy donkey GIF

PASSO POR PESSOAS DA FMU

comomesintonapucquando:

Men I find extremely attractive: Mika Penniman

Exif Data
Camera: Canon EOS 1000D
Aperture: f/5.6
Exposure: 1/15th
Focal Length: 51mm
Sick and Tired of “YOLO”?

theyuniversity:

(“Only Once You Live.”)